• A Juíza que enfrentou Sergio Moro

    No Blog da Cidadania

    Nos últimos dias, decisão de uma juíza de primeiro grau de Brasília chamada Luciana Correa Torres de Oliveira criou um embaraço para os três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região que irão julgar apelação do ex-presidente Lula àquela Corte contra condenação que recebeu do juiz Sergio Moro.

    Além desse efeito prático da decisão da magistrada em tela, o juiz Sergio Moro acabou desmoralizado por essa decisão.

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  • Lavajateiros voltam suas armas entreguistas na direção da Caixa

    O Cafezinho

    É tudo muito previsível. Os lavajateiros, lacaios a serviço do mercado financeiro internacional, querem destruir todos os ativos públicos.

    Assista ao vídeo em Lavajateiros voltam suas armas entreguistas na direção da Caixa


  • Delatado, Serra desiste de disputar eleição em 2018

    GNN Notícias

    Delatado por ter sido favorecido com R$ 23 milhões em propina da Odebrecht, José Serra (PSDB) anunciou que não disputará eleição em 2018. Cotado para concorrer áo governo de São Paulo e, em menor grau, à presidência da República, Serra agora diz que tem mais 4 anos de mandato como senador pela frente, e prefere se dedicar a projetos de lei.

    As delações da Odebrecht já geraram um inquérito contra o tucano e o senador Aloysio Nunes (PSDB), que tramita no Supremo Tribunal Federal.

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  • Recomendo leitura

Queimados: rombo pode passar dos 50 milhões

A máscara de bom gestor de Max Lemos começa a cair?

Recebi informações de uma fonte confiável sobre as contas no município de Queimados e elas não são boas. De acordo com a informação as contas do município não batem, o rombo pode passar dos 50 milhões de reais e as evidências são flagrantes: primeiro o corte no salário dos funcionários que vão de 10% dos salários mais baixos até 30% nos mais altos, depois um empréstimo de 5 milhões de reais a ser adquirido nos próximos dias.

Inicialmente a redução de salários parece ser uma boa medida, mas não é. Seria se tomada quando assumiu o mandato de prefeito em 2009 e a montagem do governo fosse razoavelmente equilibrada de acordo com o tamanho da cidade e não agora no apagar das luzes do seu mandato; seria se o Planejamento, a Fazenda e a Gestão tivesse tomado medidas com gastos responsáveis. Então o que parecia ser uma boa medida é na verdade forte indício de que as prioridades e os gastos do governo não respondem ao critério de Responsabilidade Fiscal, senão vejamos:

O governo corta salários, mas mantém 24 Secretarias de Governo e acaba de receber autorização para contratar empréstimo de 5 milhões para aquisição de móveis e utensílios para o novo Paço Municipal (veja a imagem printada do DOQ de 3 de Junho).

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Opa! Peraí.

Não tem dinheiro para pagar salário integral ao funcionalismo, mas vai gastar 5 milhões com aquisição de móveis e utensílios? Alguma coisa está errada.

Mas errado mesmo está na forma da contratação do empréstimo, porque a garantia estabelecida na Lei e que o município vai oferecer para a aquisição dos 5 milhões, em “caráter irrevogável e irretratável” são futuras receitas incluindo as cotas do Fundo de Participação dos Municípios advindo do governo federal, e na ausência de recursos, a financiadora poderá se valer de qualquer bem material da cidade comprometendo receitas futuras incluindo o futuro governo – seu sucessor.

Onde está a evidência. Ora, se Queimados estivesse com as contas em dia, com Planejamento e Gestão, neste momento não seria necessário reduzir salários e muito menos pegar dinheiro emprestado para equipar um imóvel a ser inaugurado.

No Portal da Transparência ainda não há prestação de contas com balanço entre Receita x Despesas o que nos impede afirmar existir o rombo, mas as informações se fundamentam nas ações do próprio prefeito Max. Na ânsia de eleger seu sucessor, sobre o qual paira dúvidas de sua competência administrativa uma vez que deixou as contas zerarem ao ponto de ter que reduzir salários e solicitar empréstimo para mobiliar um imóvel que vem sendo construído nos últimos anos, portanto já devia ter sido previsto esta necessidade com orçamento e dinheiro em caixa para isto, o prefeito Max esconde das cidadãs e cidadãos queimadenses a realidade financeira da cidade.

 

A se confirmar a informação Max Lemos poderá ficar inelegível por 8 anos e se verá por terra a máscara do empreendedor competente.

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