E uma quadrilha de fichas-sujas disse SIM ao impeachment

pmdbO Brasil viveu os últimos três anos de ataques diretos à Democracia.

Em 2013 o MPL, Movimento do Passe Livre, foi às ruas com a bandeira de impedir o aumento do transporte público. O mote era “não é apenas por R$ 0,20”. E não era mesmo. Quem acreditou na balela do movimento embarcou numa canoa que ia com explosivos implodir a Democracia brasileira.

Em meio a um bando de desorientados surgiram os black-blocks, mascarados que iam para as manifestações com claras intenções de saquear, quebrar patrimônio público e privado e gerar pânico. O governo do Estado de São Paulo, do governador Geraldo Alckimin (PSDB) foi complacente com as manifestações, afinal, atacavam Fernando Haddad, do PT, pelo aumento das passagens nos ônibus, mas ignoravam e sequer citavam o aumento de passagens do metrô.

Logo a seguir surgiu um homem no judiciário que tinha por alvo o PT. Joaquim Barbosa conduziu o TSE de modo a criminalizar o PT e, em meio à onda de protestos, a Rede Globo assumiu o comando das pautas. Pronto! Formou-se um conluio entre judiciário e mídia. Faltava convencer o Congresso. Mas este não era difícil porque maioria dos congressistas são fichas sujas, tem alguma pendência com a justiça.

O mais incrível é que o judiciário, que deveria promover a justiça, ignorou completamente qualquer criminoso de fato para focar-se apenas no PT e começaram a forjar provas, prender coercitivamente sem provas cabais, manter preso sem julgamento e condenar mesmo sem as “provas cabais” como disse a ministra Rosa Weber sobre José Dirceu (PT). Paulinho da Força com provas contundentes de crimes políticos continuou livre para votar pelo impeachment; Eduardo Cunha, com cinco contas na Suiça com dinheiro desviado de órgãos públicos, teve tempo suficiente para manter e conduzir o rito do impeachment; Agripino Maia, Aécio Neves e tantos outros pilantras com provas nas mãos da justiça foram ignorados por ela para garantir a votação do impeachment.

Conquistado a maioria do Congresso o conluio estava completo. Ontem, 11 de maio de 2016, o senado federal votou SIM pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, uma mulher sobre a qual não tem nenhuma acusação criminal, não possui contas no exterior e nem acusada de crime é. 2016 vai ficar conhecido como o ano que o PMDB violentou a Democracia brasileira.

Esta data e este fato não serão esquecidos pela história.

Mas não teríamos chegado à esse ponto se, mesmo com o conluio mídia, judiciário e congressistas bandidos, não tivessem encontrado apoio e eco entre a classe trabalhadora.

Extraído do blog do PT em Queimados

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