2014. Neoconservadores querem melar a Copa

O que é a Copa do Mundo senão um evento de grandes proporções que deixa um legado histórico para o país que a sedia?

Copa_2014

Não fosse por isso não haveria tantas disputas com tantos países prometendo horrores para garantir a Copa seja realizada em seu território.

Para se ter uma ideia do que isto representa, a Copa do Mundo no Brasil já trouxe melhorias significativas para a população e ainda nem começou. O governo teve que fazer concessões nos aeroportos para moderniza-lo e amplia-lo. Um grande investimentos para melhorar as estradas brasileiras que sempre, eu disse sempre, foram muito ruins. Na segurança então nem se fala! Basta perguntar para quem morava nas favelas hoje pacificadas. Ainda há espaços com bandidos em disputa, mas a maioria das favelas já foram pacificadas e a melhoria local é vista a olhos nus.

Vamos ter que melhorar os transportes públicos e ampliar a rede hoteleira. Sabe o que isto significa? Milhares de empregos, que já está num nível de pleno emprego, serão gerados para essa garotada que entra no mercado em 2014. São quase um milhão de empregos previstos para este evento.

Mas isto é satisfatório?

O jornalista, diretor de televisão e educador Gabriel Priolli, em seu blog A priolli no seu artigo A jogada da Copa diz que “…há um outro roteiro possível para este ano. Nele, as massas sairiam novamente às ruas em junho, em plena Copa do Mundo, e causariam tal transtorno à competição que seria impossível ignorá-las. A mídia mundial distribuiria a todo o globo imagens de multidões pedindo reformas, de black blocs destruindo seus alvos habituais e das polícias reprimindo com a cortesia conhecida”.

E parece que esta previsão está sendo orquestrada pela própria mídia e por um grupo partidário nonsense, desprovido de qualquer proposta viável e racional para o Brasil. Vinicius Torres Freitas é um desses desmiolados que torce para que a Copa de errado e a conta seja creditada para Dilma e o PT e, assim, a população opte pelos “competentes” que venderam o país endividando-o ainda mais.

Ele próprio da uma data inicial para manifestações contra a Copa do Mundo: 25 de janeiro. Diz ele: “…Seria um ensaio da reestreia dos protestos, iniciativa de alguns daqueles grupos que desencadearam as manifestações de 2013”. Quando ele diz

A tendência básica do ano é de tudo crescendo mais devagar ou na mesma: renda, emprego, consumo, inflação. Há riscos de tumultos no câmbio, de o Congresso aprovar coisas como renegociação de dívidas de Estados e municípios ou de o Supremo dar uma tunda nos bancos no caso dos reajustes das poupanças dos planos econômicos velhos. Tudo isso intoxicaria o ambiente econômico e, assim, ânimos políticos, ao menos entre as elites (Na Folha de São Paulo)

Ele aproveita para dizer coisa-nenhuma, especulativa, simplesmente para embaralhar a cabeça do seu leitor e considerar que se acontecer a Copa, suas previsões catastróficas serão confirmadas.

Eu quero pensar diferente: é uma oportunidade que temos para mostrar ao mundo o quanto estamos empenhados na promoção da paz mundial; como somos solidários e afetivos e que temos uma incrível capacidade de conviver com as diferenças.

Se realizarmos uma boa Copa ampliaremos o respeito que o mundo aprendeu a ter pelo Brasil. Se ao contrário dos protestos os turistas encontrarem pessoas com bom humor, alegrias, afetivas, solidárias, faremos do Brasil o principal roteiro de turismo para o resto do mundo ampliando as oportunidades de empregos para os brasileiros e ampliando nossas oportunidades de geração de renda com sustentabilidade.

O sucesso da Copa do Mundo vai fazer o Brasil efervescer de turistas em 2016 quando serão realizados os jogos olímpicos. É mais riqueza sendo atraída para os brasileiros, mais emprego e mais renda. São brasileiros aprendendo uma segundo língua e ampliando suas competências necessárias para este mundo globalizado.

Eu acredito na Copa do Mundo como um evento possível e bom para os brasileiros. Eu acredito que faremos a melhor das edições desde que o Brasil foi derrotado pelo Uruguai em pleno Maracanã. Repudio veementemente as manifestações estritamente politiqueiras, violentas e orquestradas.

Quem for para as ruas manifestar-se contra a Copa do Mundo estará fazendo o jogo da mídia e da direita reacionária deste país e precisa estar consciente disto.

Mas o povo trabalhador, o povo que quer ver o Brasil para todos os brasileiros e não para apenas alguns, não se darão ao luxo de jogar pedra contra a pátria que está lhe dando a oportunidade se viver com qualidade e prosperidade.

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