• Cientista político diz que candidato de Lula será favorito “rapidamente”

    No Blog da Cidadania

    O cientista político Alberto Carlos Almeida é autor do livro “A Cabeça do Brasileiro” (Editora Record, 2007), que possui uma pesquisa reveladora e dados estatísticos de excepcional amplitude a respeito do perfil do brasileiro. Almeida é professor da Universidade Federal Fluminense.

    Publicou os livros “Por que Lula?” (Editora Record, 2006); “Como são Feitas as Pesquisas Eleitorais e de Opinião” (Editora FGV, 2002); e “Presidencialismo, Parlamentarismo e Crise Política no Brasil” (Eduff, 1998).

    Alberto Carlos Almeida possui doutorado em Ciência Política pelo IUPERJ; foi pesquisador visitante na The London School of Economics; e coordenou as pesquisas eleitorais e de opinião do DataUff entre 1996 e 2002 e da Fundação Getúlio Vargas entre 2002 e 2005.

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  • EM LONDRES, DILMA É CALOROSAMENTE RECEBIDA PELO LABOUR PARTY

    O Cafezinho

    Por Mariana Noviello

    Dilma Rousseff esteve no Reino Unido na semana passada onde ela participou de um evento acadêmico o Brazil UK Forum, organizado pelos estudantes das prestigiadas universidades de Oxford e LSE, e também conversou com a mídia, mulheres na academia e na política.

    Talvez de maior relevância tenha sido o encontro de Dilma com a alta cúpula do Labour Party (Partido Trabalhista Britânico).

    Parlamentares trabalhistas não só prestaram solidariedade à Presidenta em relação ao impeachment e a Lula, mas também se mostraram preocupados com a democracia no Brasil.

    Emily Thornberry, portavoz do Partido em assuntos internacionais, twitou: “Hoje, tive a honra de me encontrar com Dilma Rousseff, ex-presidenta do Brasil. Discutimos como a democracia em seu país está comprometida”. EM LONDRES, DILMA É CALOROSAMENTE RECEBIDA PELO LABOUR PARTY


  • O que Temer não disse sobre os 2 anos de governo

    GNN Notícias

    [...] A cerimônia teve início às 15h no Salão Nobre do Palácio do Planalto, mas antes mesmo já foi marcada por polêmicas. Após o deslize do título "O Brasil voltou, 20 anos em 2", e a repercussão negativa, o convite para ministros e autoridades veio com outra nomenclatura: "Maio/2016-Maio/2018: o Brasil voltou".

    Ostentou de maneira exacerbada que houve uma queda na inflação e redução da taxa de juros. Juntou os números para preparar a cartilha "Avançamos - 2 anos de vitórias na vida de cada brasileiro", que foi o período de sua atuação desde que assumiu com a derrubada da presidente eleita Dilma Rousseff.

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  • Recomendo leitura

O STF quer calar o parlamento brasileiro

Gilmar Mendes e Aécio Neves: relações íntimas

Gilmar Mendes e Aécio Neves: relações íntimas

O ministro Gilmar Mendes, na sua cruzada tucana para garantir um segundo turno nas eleições de 2014, concedeu liminar suspendendo o projeto de Lei que limita o acesso de novos partidos ao fundo partidário e ao tempo de propaganda na TV. Para justificar a liminar o ministro alegou “extrema velocidade de tramitação do mencionado projeto de lei” e “a aparente tentativa casuística de alterar as regras para criação de partidos na corrente legislatura” (Notícias STF).

O projeto do deputado Edinho Araújo (PMDB/SP) disse que o projeto não é casuístico e que foi apresentado em setembro de 2012, antes das eleições municipais, apoiado por 9 lideranças partidárias. Entre os partidos que apoiaram o projeto na ocasião estão o PSDB, o PSB e o PPS. Segundo o deputado paulistano o projeto não proíbe a formação nem a fusão de novos partidos, apenas limita a portabilidade dos recursos do fundo partidário e o tempo de propaganda na TV.

Independente do mérito do projeto a ação do ministro Gilmar Mendes, não bastasse toda sua trajetória em defesa de Demóstenes Torres (DEM/GO) e dos tucanos paulistas, coloca em xeque a independência do parlamento brasileiro. A judicialização da legislação brasileira indica um claro processo de tentativa de subordinação do Congresso Nacional ao Judiciário brasileiro.

Diante dos fatos cabe os questionamentos: os parlamentares brasileiros se sujeitarão a subordinação ao judiciário? O judiciário continuará a exercer o papel de oposição política ao governo federal? Afinal: onde está a independência dos poderes?

Agora você leitor cabe um julgamento independente: é justo você votar num determinado deputado e, porque casuisticamente vendo seu partido definhar o deputado resolve migrar para outro partido e, neste caso, leva consigo o valor do fundo partidário que o partido pelo qual foi eleito teria direito e também o tempo de propaganda na TV ou considera que ele pode até trocar de partido, mas neste caso, tanto o tempo de TV quanto o fundo partidário devem permanecer com o partido que está sendo abandonado?

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